Quarta-feira, 16 de Maio de 2007

16 de Maio de 2007 - Dia da libertação dos impostos

Segundo estudo da AIP e Nova, a riqueza criada nos primeiros 136 dias do ano 2007 terá servido para pagar pagar impostos ao Fisco e contribuições para a Segurança Social.

 

De acordo com este estudo, os dias de trabalhos para pagar impostos serão:

 

- 46 dias, para contribuições e quotizações para a segurança social;

- 32 dias, para IVA;

- 20 dias, para IRS;

- 12 dias, para IRC;

- 7 dias, para Impostos sobre produtos petrolíferos;

- 4 dias, para Imposto de Selo;

- 4 dias, para Imposto sobre o Tabaco;

- 3 dias, para I.A.;

- 8 dias para outros impostos.

 

138 dias a trabalhar para impostos. a parte boa é que daqui em diante, durante o ano 2007, o que ganhar é para mim. Bela prenda de aniversário!

publicado por robin-hood às 11:55
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Sexta-feira, 11 de Maio de 2007

Há um Robin dentro de nós

Há um Robin Hood escondido dentro de quase todas as pessoas.

Pesquisadores dos EUA e da Alemanha verificaram uma aparente tendência humana para tirar aos ricos e dar aos pobres, mesmo que isso tenha um custo considerável para o candidato a justiceiro de Sherwood.

Dinheiro na jogada

Os pesquisadores recrutaram 120 estudantes da Universidade da Califórnia em Davis e dividiram-nos em grupos de quatro pessoas.

No interior desses grupos, todas as pessoas permaneciam anónimas: cada pessoa participava em cinco rogadas da brincadeira, mas trocava de parceiros (sempre desconhecidos) a cada rodada. (A precaução foi tomada para evitar que as pessoas ganhassem alguma forma de reputação ao longo do jogo.)

No começo das sessões de jogo, os jovens, sentados na frente de um computador, recebiam uma soma aleatória de dinheiro (não mais que algumas dezenas de dólares). Embora não vissem a cara de seus parceiros, a tela do PC mostrava também quanto cada um deles tinha recebido.

A partir daí, a pessoa tinha duas opções:

- Podia decidir tirar dinheiro das mãos dos seus colegas: nesse caso, para cada três dólares que o parceiro perdia, digamos,  a pessoa que decretava esse corte tinha de perder um dólar também.

- Também tinha a possibilidade de dar dinheiro a um colega: nesse caso, para cada dólar que ela decidia perder, o outro ganhava três.

O que é que alguém racional,  interessado somente em facturar, escolheria nessa situação? Provavelmente ficar quietinho no seu canto, já que qualquer opção geraria perdas para si mesmo.

Mas não foi o que aconteceu. Cerca de 70% dos jogadores decidiram aumentar ou diminuir os ganhos de algum colega pelo menos uma vez. E não só isso: em média, os que ganhavam mais dinheiro no começo eram quatro vezes mais punidos com "débitos" do que os que ganhavam menos. Os mais "pobres" do grupo eram os que mais utilizavam a opção de limar os ganhos dos outros, enquanto os mais "ricos" eram os que mais escolhiam dar dinheiro aos colegas.

É importante lembrar que, para quem tomava essas atitudes, não havia ganho nenhum: o dinheiro "debitado" aos demais simplesmente evaporava-se – não ficava para ninguém.

Além disso, análises estatísticas mostraram que não havia nenhum tipo de vingança envolvida: mesmo pessoas muito punidas numa rodada podiam ser generosas com os "desfavorecidos" na rodada seguinte.

 É como se a maioria dos participantes realmente tivesse uma preocupação consistente com a igualdade entre os jogadores.

(extraído de, Reinaldo José Lopes Do G1, em São Paulo http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,MUL20724-5603,00.html

  

 

publicado por robin-hood às 18:43
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Segunda-feira, 7 de Maio de 2007

Mais uma a pedir intervenção do Robin Hood.

Um prédio em compropriedade, entre familiares.
Um dos comproprietários aliena a sua parte a um terceiro.
O Fisco aproveitou e reavaliou o prédio na totalidade e aumentou o valor patrimonial de acordo com os critérios legais (?) – A interrogação é porque o prédio está em ruínas!

Esta reavaliação traduz-se em novo IMI insuportável para os comproprietários.

Terão mesmo que arranjar o dinheiro de qualquer maneira, caso contrário … penhora.

publicado por robin-hood às 16:59
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Sexta-feira, 4 de Maio de 2007

O meu primeiro post

Este é o meu primeiro post neste blog.

Para começar, nada melhor do que dizer o que me levou a adoptar este nome.

Esta opção resulta sem dúvida de uma experiência que gostaria de tornar inesquecível e que tem a ver com a minha primeira viagem a Roma.

Os passeios a pé pelo centro histórico, além dos aspectos de natureza monumental relacionados com a História de Roma e com a relevante religiosidade desta cidade, permitiram-me apreciar aspectos actuais de pormenor relacionados com o turismo e o dia-a-dia da cidade.

Permitiram-me observar uma cidade segura, pulvilhada de pequeno comércio de proximidade, suficientemente diversificado, mas, obviamente, a maior parte do qual associado ao turismo, que me pareceu ser a mola real da actividade económica da cidade.

Não vi qualquer hipermercado ou loja discount nesta visita a Roma. Pelo contrário, pude encontrar em Roma um certo tipo de lojas de comércio tradicional que infelizmente em Portugal têm vindo a desaparecer associado ao crescimento desenfreado dos hipermercados e lojas discount.

Pude apreciar a satisfação dos clientes pelo atendimento atencioso e comunicativo que lhes era presenteado pelos logistas. Assim como, a satisfação dos logistas pela frequência de clientes que seguramente lhes garantiam um apuro suficiente e adequado à respectiva actividade comercial, tendo-me apercebido da inexistência de preços demasiado elevados face ao que se verifica em Portugal, o que me leva a concluir pela existência de um custo de vida local aceitável.

Devo dizer que não me apercebi da existência de pedintes, embora tenha observado alguns casos de sem-abrigo com a assistência possível(?) Cruz Vermelha local.

Perguntarão - como é que isto se relaciona com o nome do meu blog?

De facto, parece que estive no melhor dos mundos, o que não justificaria o lendário Robin-Hood!

No entanto, esta foi mesmo uma das razões que contribuiram para a escolha desse nome. Era este tipo de vida e relação que eu ambicionaria! Mas sem dúvida que é um paraíso só é visível na óptica do turista apressado.

Certamente muita coisa me escapou e haverá aspectos não vistos que serão muito negativos e verdadeiramente infernais para quem os vive no quotidiano.

A outra razão tem a ver com o nome de um restaurante e pelas experiências gastronómicas que aí pude realizar, com um atendimento personalizado e amigável das respectivas donas que me encheram de mimos, a mim e à minha mulher. Esse restaurante designa-se exactamente "Robin-Hood".

Devo dizer que, embora me tenha apercebido que a estratégia seria a de um verdadeiro Robin Hood, fiquei fã desse reataurante.

Na verdade, não se tratava de tirar aos ricos para dar aos pobres, mas de aproveitar o nível social do cliente para aumentar o valor a facturar, sem que tal tenha o significado de roubar, mas antes como contrapartida de serviço e experiências gastronómicas únicas.

Desta forma o cliente fica satisfeito e o Robin Hood também.

Estes dois aspectos fizeram-me pensar que posso lutar para o aproveitamento dos excedentes e desperdícios de forma a que os mesmos sejam utilizados por quem deles verdadeiramente necessita.

De futuro, através da minha escrita, tentarei contribuir com ideias e ser o mais coerente possível com o que penso que traduz a figura lendária do Robin-Hood.

 

 

 

 

 

publicado por robin-hood às 17:38
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